Neste período longe das telas, Gui viveu com uma reserva financeira guardada, e contou com o apoio da família. A espiritualidade também teve um papel importante nesse processo. “O candomblé foi essencial na minha vida. Eu não tinha dinheiro para fazer terapia, mas a minha crença é o que me sustenta”, conta o ator, que voltou a morar com a mãe, no Méier, Zona Norte do Rio. Ele relembra que a mudança aconteceu após o fim do casamento de sete anos. Pai de Alika, de 8 anos, e Jade, de 6, ele é o irmão do meio entre três filhos. “A minha mãe hoje está realizada com os três filhos morando com ela. Somos muito próximos. Faço questão de sempre tomar café ou fazer alguma refeição do dia com ela”, diz.



