Antes do início da Copa do Mundo de 2026, o goleiro Alisson, da seleção brasileira, recebeu uma carta de seu irmão, Muriel, e se emocionou. Na mensagem, o arqueiro do Náutico relembra a infância dos dois, o amor compartilhado pelo futebol e o orgulho de toda a família ao ver Alisson vestir a camisa do Brasil.
Em uma ação da Fifa, intitulada “Letters That Unite” (Cartas que unem, na tradução livre), os atletas que disputarão o Mundial de 2026 receberam mensagens de apoio de familiares, amigos, antigos treinadores e pessoas que tiveram um papel determinante na sua trajetória. A ideia é celebrar a disputa de uma Copa do Mundo.
— É especial ter essa lembrança de que a gente não simplesmente representa os nossos sonhos individuais, nossas ambições na carreira ou desejo de fazer história pela nossa nação, mas a gente carrega os sonhos da nossa família, dos meus filhos, da minha esposa, do meu irmão, meus afilhados, minha cunhada, meu falecido pai, minha mãe e de todo brasileiro. Carregamos o sonho de todos. Isso me dá mais motivação para ir em busca da conquista — disse Alisson, emocionado.
Titular da seleção brasileira na vitória por 6 a 2 sobre o Panamá, no Maracanã, amistoso que marcou a despedida da equipe em solo brasileiro antes da Copa do Mundo, o goleiro Alisson falou sobre o longo período sem jogos que viveu antes do Mundial. O jogador do Liverpool vinha tratando uma lesão no músculo posterior da coxa direita.
— Me sinto muito bem. Fiquei mais (tempo me recuperando) do que deveria, realmente pela preocupação de chegar bem na Copa do Mundo. Tive uma lesão de uma gravidade muscular, digamos, alta. Mas foquei em me preparar 100% para chegar bem na Copa — avaliou, na zona mista da partida.
Alisson, de 33 anos, ficou afastado do dia 18 de março ao dia 24 de maio. Ele voltou a atuar no empate em 1 a 1 entre Liverpool e Brentford, pela Premier League. O goleiro defenderá a seleção em sua terceira Copa do Mundo consecutiva.



