O sonho de muitos fãs do ex-casal formado por Virginia Fonseca e Zé Felipe pode nunca se tornar realidade. A reconciliação dos dois não passa apenas por algum tipo de sentimento que venham a nutrir um pelo outro. Nesse caso, só amor não bastaria.
Homem que teria puxado vaia para Virginia tem perfil derrubado e pede perdão: ‘Entendi que errei’
Virginia Fonseca fala em humilhação pública após ser xingada em jogo do Brasil: ‘Violência não é apenas física’
Flávia Alessandra impressiona pelos braços torneados em ‘Quem ama cuida’ e diz: ‘Não malho todo dia e adoro fritura’
Acontece que no entorno familiar do cantor existe uma preocupação enorme com a associação dele a Virginia, principalmente num momento em que a Polícia Federal está de olho na influenciadora. Não só observando, mas investigando a fundo os números impressionantes que ela tem. E não estamos falando de seguidores ou impressões no mundo digital. Mas nas contas de suas empresas e as transações milionárias feitas, principalmente nos últimos dois anos.
Galerias Relacionadas
O maior obstáculo para que ambos reatem se chama Emival Eterno da Costa, mais conhecido como Leonardo. O sertanejo, ex-sogro de Virginia teme que ela coloque o filho numa roubada, haja visto que o nome de Zé Felipe já aparece nas investigações por conta da Talismã Digital, empresa que ele e a ex tiveram em conjunto até a separação dos dois.
O braço digital de um conglomerado de mesmo nome construído por Leonardo e a mulher Poliana apareceu nas mais de 500 páginas do relatório da CPI das Bets que foi entregue aos senadores, no ano passado. Mesmo não dando em nada, foi ali que começaram as pesquisas da PF.
Virginia e Zé Felipe se separaram
Reprodução/Instagram
Agora é fácil entender os motivos que levaram Zé Felipe a entrar tão rápido com o divórcio e a partilha de bens, pouco tempo depois do anúncio da separação. Muito disso foi encabeçado por Poliana, mãe do cantor, sócia nas empresas, negócios e fazendas do marido. Ela só respirou aliviada quando o nome do filho desapareceu das sociedades que mantinha com a ex-nora.
Thiago Stabile, Samara Martins, Virginia Fonseca e Chaopeng Tan
rep/ instagram
A empresa cor-de-rosa e os milhões de origem questionável
Pelo menos 38 empresas ativas estão no nome de Virginia Fonseca. Elas foram fundadas entre 2021 e 2026. Quatro delas, após a separação de Zé Felipe. A maioria, porém, foi aberta entre 2023 e 2024, momento em que se tornou sócia da We Pink.
Ao lado do casal Samara Cahanovich Martins e Thiago Stabile, além do chinês Chaopeng Tan , ela se tornou sócia e imagem de um império cor-de-rosa que faturou mais de R$ 1 bilhão em 2025, segundo números declarados pela empresa de cosméticos.
O valor inimaginável para uma marca que só está há quase quatro anos no mercado também chamou atenção dos investigadores, conforme apurou a reportagem da revista “Piauí”. Antes, no entanto, as transações bancárias da Talismã Digital já levantavam dúvidas.
Virginia foi xingada pela torcida do Brasil no último jogo da seleção
Reprodução/Instagram
Em 2024, a Talismã Digital recebeu R$ 22,4 milhões em apenas sete meses. No mesmo ano, a WPink Suplementos, outro braço das empresas de Virginia, movimentou R$ 43,6 milhões de reais num curtíssimo espaço de tempo, e entrou na mira do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).
No caso, a Talismã ainda pertencia a Zé Felipe e a então esposa, e a justificativa dos advogados da influenciadora é de que o valor é referente a “campanhas publicitárias devidamente contratadas”. O repasse foi feito por uma empresa chamada AMP Pay Marketing e Negócios, inscrita no Simples e que existe desde 2023 no mercado.
Initial plugin text
Source link
Leonardo é obstáculo para que Zé Felipe e Virginia reatem casamento: entenda o motivo do sertanejo



