Aliás, foi com Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá no lugar de Gerson que a seleção brasileira fez o melhor primeiro tempo com Ancelotti naquela derrota para o Japão, de virada, por 3 a 2. A meu juízo, por variados motivos, a atuação convincente com o quarteto ofensivo só vi nos 2 a 0 sobre Senegal, em novembro — mas com Éder Militão, Rodrygo e Estevão. Nos amistosos deste ano, com o corte dos três e sem tempo para treinar, o time perdeu consistência.



