— No momento, não estava acontecendo nada. O condomínio não fica na comunidade, fica bem distante. Mas, segundo os moradores que estavam lá na hora, não acontecia nenhum tiroteiro. Foi só uma bala, que ninguém sabe de onde surgiu. Simplesmente veio e atingiu o peito do Bento — relata Daniel de Castro, tio de Bento. – Ele era uma criança muito brincalhona, amorosa e que só queria curtir tudo. Ele era uma criança da paz, iluminada. Todo mundo gostava dele.



