A ação movida pelo Procon-RJ e pela Sedcon tinha como alvo o município do Rio e a empresa responsável pelo sistema de bilhetagem Jaé, a CBD Bilhete Digital S.A., para impedir supostos prejuízos aos passageiros. Os órgãos afirmam que o anúncio recente da prefeitura pode impactar diretamente milhares de consumidores, especialmente idosos, pessoas sem acesso à internet e sem vínculo bancário, trabalhadores informais, turistas, adolescentes e pessoas em situação de vulnerabilidade social, que podem depender do pagamento em espécie ou enfrentam dificuldades para acessar meios digitais.



