— Alertei um homem de que o vagão era feminino. Ele assentiu, mas entrou mesmo assim. Quando questionei, respondeu de forma grosseira e disse para eu “pegar um Uber” da próxima vez. Em outra ocasião, havia cinco policiais na estação. Eles entraram no vagão, falaram sobre a regra, os homens saíram, mas voltaram para o vagão feminino na estação seguinte — afirma Giovanna Sabino, de 28 anos, que recebeu a notícia da ampliação do horário de exclusividade com esperança, mas logo percebeu que pouca coisa mudou.



