— Eu estou sendo processado agora por uma pessoa que, inclusive, é juíza, e que me está me processando na comarca dela, uma cidadezinha de 35 mil habitantes, acho que isso nem é legal — relata. — De qualquer forma, quando eu começo o espetáculo eu tenho 650 pessoas sentadas na plateia. Eu não poso desrespeitar essas pessoas deixando que 2 ou 3 cheguem atrasados, com celular, falando alto, apontando luzes. Depois que a cortina abre, não podemos deixar que uma pessoa desrespeitosa atrapalhe o prazer de todas as outras que chegaram na hora.



