No momento, especialistas explicam que, para o Brasil, não há risco de que o Ebola se dissemine e provoque surtos como o observado nos países africanos. Para Leonardo Weissmann, infectologista do Hospital Regional Jorge Rossmann, em São Paulo, e mestre em Ciências, Doenças Infecciosas e Parasitárias pela Universidade de São Paulo (USP), o meio de transmissão do patógeno dificulta a sua maior dispersão pelo mundo:



