Entre seus sambas vitoriosos estão “Recordar é viver”, de 1985, “Gosto que me enrosco”, de 1995, “Os olhos da noite”, de 1998, e “ImaginaRIO, 450 Janeiros de uma Cidade Surreal”, de 2015. Ele integrou o Trio ABC da Portela, ao lado de Picolino e Colombo, e deixou sua marca em obras como “Portela Querida”, defendida por Elza Soares, e no samba-enredo “O Homem de Pacoval”, de 1976.



