Mais tarde, na década de 1920, o cientista Gilbert Thomas Walker (1868-1958) identificou que este fenômeno estava associado a diferenças na pressão atmosférica observadas entre regiões do Oceano Pacífico, bem como a mudanças na velocidade dos ventos na região equatorial, que, por sua vez, alteravam as correntes oceânicas que regulam a temperatura do mar. A partir da década de 1980, o fenômeno passou a ser extensamente estudado, após o El Niño intenso de 1982-83.



