— Mais um absurdo. A verdade é que antes mesmo da criação dessa lei, essa empresa já possuía um acordo de pagamento com o estado, o que prova que não há relação entre os fatos. A empresa somente conseguiu renegociar uma parte das suas dívidas a partir de uma decisão judicial que obrigou os estado a cumprir uma lei estadual, aprovada em 2022, de origem de parlamento e de autoria do presidente à época, André Ceciliano, do Partido dos Trabalhadores — diz Castro.



