— Estava chegando no final desse contrato, a gente ia perder o diretor de Hollywood, quando surgiu a possibilidade de um grande investidor vir a nos ajudar, que depois acabou sendo um pool, vários investidores. Então não tem nada além disso. A essa época meu contrato era com a produtora, que basicamente diz o seguinte: ‘Bota esse dinheiro aqui, como o risco é 100% seu, eu vou te garantir ser o diretor-executivo do filme’. Mas depois, quando a gente colocou o pé no chão e a gente viu, diante da possibilidade que nós estávamos, da perseguição sofrida no Brasil, fizemos toda a estrutura fora (do país), para não sofrer perseguição, então isso foi feito nos Estados Unidos.



