A noite foi repleta de looks marcantes e simbólicos, como o de uma das fundadoras da premiação, Luana Genot, que marcou presença na cerimônia com um vestido em azul vibrante. “Escolhi um look que conversasse diretamente com o conceito desta edição, ‘Surrealismo Afro-Indígena Brasiliano’, trazendo volume, movimento e elementos que remetem à ancestralidade e à potência criativa preta e indígena. O azul profundo do vestido também simboliza imaginação, profundidade e futuro, tudo o que acreditamos quando falamos sobre transformação social e inclusão racial. Tanto a produção quanto o cabelo foram criados por profissionais negros extremamente talentosos, o que torna essa mensagem ainda mais potente para mim. O penteado, com tranças estruturadas e elevadas, carrega referências ancestrais de poder e identidade afro-diaspórica, e era fundamental que fizesse parte dessa narrativa”, ela conta.



