As chances de um cessar-fogo permanente no Oriente Médio diminuíram nesta segunda-feira após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitar as condições apresentadas pelo Irã para encerrar a guerra na região. Enquanto Teerã defende o fim do bloqueio naval americano e a liberação de ativos iranianos, Washington endurece o discurso e mantém a pressão militar. A escalada ocorre em meio à alta do petróleo, novas ameaças envolvendo o Estreito de Ormuz, execuções por espionagem no Irã e ataques contínuos no Líbano. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o conflito “ainda não terminou” e condicionou o fim da ofensiva à retirada do urânio enriquecido iraniano.



