Ex-governador diz que mais de 70 carros estão em manutenção com peças canibalizadas e que não há investimentos há 15 anos.
O ex-governador José Roberto Arruda (PSD) publicou uma dura crítica ao atual estado do Metrô-DF. Segundo ele, o sistema, que funcionou bem durante suas gestões, hoje enfrenta graves problemas operacionais e falta de investimentos.
Arruda lembrou que, no governo Roosevelt, quando era secretário de Obras, foi construída a primeira etapa do metrô, ligando o Plano Piloto ao Guará, Águas Claras e Taguatinga. Na época, foram adquiridos 80 carros. Em sua própria gestão, o metrô foi estendido até Ceilândia, com novas estações e a compra de mais 48 carros, totalizando 128.
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Hoje, mais de 70 desses carros estão fora de operação, em manutenção, com a prática que Arruda chamou de “engenharia de canibalização mecânica”: retirar peças de um carro para consertar outro. O resultado, segundo ele, são constantes problemas nas estações, atrasos e redução no número de passageiros.
Arruda destacou que há 15 anos não se investe no metrô. Ele citou a falta de construção de novas linhas, como as que deveriam atender Gama, Santa Maria, Sol Nascente e Asa Norte. “O metrô parou no tempo e no espaço”, afirmou.
O ex-governador concluiu que a situação atual é mais um reflexo do que chamou de “Governo Master”, gestão que, segundo ele, paralisou o desenvolvimento do sistema de transporte público do Distrito Federal.
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