Segundo os dados, a renda dos 10% mais pobres da população subiu 3,1% no período, enquanto a dos 10% mais ricos cresceu 8,7% — uma alta quase três vezes maior. Essa diferença se refletiu no índice de Gini da renda média domiciliar per capita, principal indicador de desigualdade do país, que passou de 0,504 em 2024 para 0,511 em 2025.



