Mãe África, de Clara Nunes, exaltou o bastão de Xangô e o caxangá de Oxalá


E quando a canção cita o caxangá de Oxalá, a poesia ganha um brilho ainda mais profundo. Na beleza musical criada por Sivuca e Paulo César Pinheiro, o termo surge como um símbolo sagrado ligado ao mistério da criação, como a bolsa simbólica carregada por Oxalá para moldar o mundo e espalhar a vida. Independentemente das diferentes interpretações linguísticas da palavra, a força poética da obra permanece intacta, conduzindo o ouvinte para um lugar de respeito, ancestralidade e encantamento.



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