“Foram 36 anos de cumplicidade, de lutas, mas, acima de tudo, de muito amor… Acordei molhando o seu travesseiro, que abracei a noite toda e uma sensação de impotência, de derrota, por não ter conseguido salvar sua vida, como juntos sempre fizemos… Vou sentir sua presença em cada canto que eu olhar! Vou acordar no meio das noites, assustada, procurando saber se você está respirando bem e arrasada por constatar cada dia a realidade de agora… Nossos planos, nossos hábitos, minha mão segurando a sua enquanto caminhávamos… Menos naquele dia horrível, quando eu não estava do seu lado e você caiu… Um dia nos encontraremos e eu quero ouvir de novo a frase que você dizia a todo momento: Ah Sylvia… Como eu te amo”.



